quarta-feira, 13 de abril de 2011

No silêncio



“Certo dia você acorda e percebe que todas as suas sensações de comunhão espiritual se foram. Você ora, mas nada acontece. Você repreende o Diabo, mas isso não muda nada. Você faz exercícios espirituais […] seus amigos oram por você […] você confessa cada pecado que consegue imaginar, e então sai por aí pedindo perdão a todos que conhece. Você jejua […] e nada ainda. Você começa a se perguntar quanto tempo essa depressão espiritual irá durar. Dias? Semanas? Meses? Será que ela vai acabar? […] você tem a impressão de que suas orações simplesmente batem no teto e voltam. Em absoluto desespero…”
Será que você já passou por isso alguma vez? como fazer para adorar a Deus quando as circunstâncias são contrárias e Ele parece estar distante e incomunicável?
Eu já passei por momentos em que me senti só. Buscava ao Senhor e nada. Aprendi então que Deus usa o silêncio, e quando Ele está em silêncio aí é que Ele está trabalhando mesmo. Isso acontece pra que haja um amadurecimento em nós e que a nossa fé se desenvolva, o que o Pai mais deseja é que confiemos Nele, e não simplesmente sintamos a Sua presença. Isso não significa que Ele nos abandonou. Jamais! Ele disse que jamais nos deixaria. Na verdade, essa ausência é vital para nós, por mais perturbador que seja.
Lembre sempre: Ele sempre está presente, mesmo que você não O sinta. Devemos louvar a Deus sempre, mesmo quando não compreendemos o que está acontecendo e o “por que” de Deus se ocultar a nós. Quando isso acontecer, faça o que Jó fez:
“Então prostrou-se, rosto em terra, em adoração, e disse: Saí nu do ventre da minha mãe, e nu partirei. O Senhor o deu, o Senhor o levou; Louvado seja o nome do Senhor.”
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Enquanto editava esse post lembrei de uma música muito antiga de Kléber Lucas,



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